POR QUE HÁ TANTAS CRIANÇAS COM AUTISMO E OUTROS TRANSTORNOS NO JAPÃO? Artigo 1
Autoria de Giselle Aoki (Psicopedagoga)
Crianças com autismo
no Japão (artigo 1)
Este é um dos assuntos
mais comentados atualmente aqui no arquipélago, quando se trata de
educação, portanto, abordarei um tema polêmico e complexo.
Muitas mães ou pais, que
possuem filhos com limitações, já se questionaram:
__ Por que o meu filho
nasceu com autismo? Por que, meu Deus?
__ Será que a culpa é
minha?
__ O que eu fiz para ele
nascer assim?
Primeiramente quero
deixar claro, que não há nenhuma pesquisa científica comprovada sobre o tema,
ou seja, não há dados documentados que comprovem o motivo do questionamento.
Tudo o que irei
escrever, será em 4 artigos (deverão ler os 4 artigos, para compreenderem o
contexto). E, declaro que neles escreverei o meu conceito, baseado
nos 12 anos que atuo como professora aqui no Japão (não contarei o tempo que
atuei no Brasil), os 5 anos como Psicopedagoga, acompanhando inúmeros casos de
crianças e adolescentes com autismo, deficiência intelectual, TDAH, dentre
outros transtornos.
A vida estressante do Japão:
As mães aqui possuem uma
vida muito estressante, pois a maioria trabalha quase ou até o final da
gravidez e por conta disto, não sobra tempo ou não tem condições financeiras
(principalmente quando já tem mais filhos), de se exercitarem e terem uma
alimentação extremamente saudável. Isto sem contar que as mães têm uma
jornada quádrupla de trabalho como mãe, profissional esposa e administradora da
casa; a maioria não domina o idioma, nem sempre tem tradutor para acompanhá-las
em todas as consultas pré-natais, não conseguem compreender todas as dicas do
obstetra (isto quando os médicos são dedicados e conversam) e outras situações
dificultosas.
Mas, porque relatei a
rotina de uma gestante?
Certamente, é importante
enfatizar, que durante a gestação, todos os fatores físicos e psicológicos nos
quais a mãe se submeter, podem interferir de forma agravante no desenvolvimento
do bebê. Isto é relatado por todos os médicos obstetras e especialistas no
desenvolvimento humano. Sendo que, observei que tem crescido assustadoramente o
número de mães com depressão durante a gravidez e no pós-parto. Isto quer
dizer, que se já não bastasse o fato de estarem longe dos familiares, todos os
problemas cotidianos. Também serem abandonadas ou mal compreendidas pelo pai do
bebê, ainda algumas desenvolvem depressão ou problemas psicológicos durante a
gravidez.
E, aí me diz, como é que
o feto aguentará um turbilhão de situações problemáticas, sem reagir? O bebê
que está sendo gerado não tem culpa, mas a mãe também não tem. Ela só quer
curtir a gravidez, montar o enxoval e esperar ansiosamente pela chegada de um
ser tão pequeno. Mas, que ela já ama com todas as suas forças e que deu sentido
à vida dela. Afinal de contas, os filhos são dádivas de Deus.
Calma, que já chegarei
ao ápice do assunto, portanto, continue lendo, ok?
Indo para outro ponto do
assunto, há cientistas que afirmam que a complexidade desse Transtorno e o fato
de que os sintomas e severidade (graus) podem variar (Espectro). Portanto, são
quadros resultantes da combinação de diferentes genes, herdados dos pais ou de
suas respectivas gerações anteriores.
Para continuar lendo o
artigo, clique no link abaixo:
Crianças com autismo no Japão (artigo 1)
Este é um dos assuntos
mais comentados atualmente aqui no arquipélago, quando se trata de
educação, portanto, abordarei um tema polêmico e complexo.
Muitas mães ou pais, que
possuem filhos com limitações, já se questionaram:
__ Por que o meu filho
nasceu com autismo? Por que, meu Deus?
__ Será que a culpa é
minha?
__ O que eu fiz para ele
nascer assim?
Primeiramente quero
deixar claro, que não há nenhuma pesquisa científica comprovada sobre o tema,
ou seja, não há dados documentados que comprovem o motivo do questionamento.
Tudo o que irei
escrever, será em 4 artigos (deverão ler os 4 artigos, para compreenderem o
contexto). E, declaro que neles escreverei o meu conceito, baseado
nos 12 anos que atuo como professora aqui no Japão (não contarei o tempo que
atuei no Brasil), os 5 anos como Psicopedagoga, acompanhando inúmeros casos de
crianças e adolescentes com autismo, deficiência intelectual, TDAH, dentre
outros transtornos.
A vida estressante do Japão:
As mães aqui possuem uma
vida muito estressante, pois a maioria trabalha quase ou até o final da
gravidez e por conta disto, não sobra tempo ou não tem condições financeiras
(principalmente quando já tem mais filhos), de se exercitarem e terem uma
alimentação extremamente saudável. Isto sem contar que as mães têm uma
jornada quádrupla de trabalho como mãe, profissional esposa e administradora da
casa; a maioria não domina o idioma, nem sempre tem tradutor para acompanhá-las
em todas as consultas pré-natais, não conseguem compreender todas as dicas do
obstetra (isto quando os médicos são dedicados e conversam) e outras situações
dificultosas.
Mas, porque relatei a
rotina de uma gestante?
Certamente, é importante
enfatizar, que durante a gestação, todos os fatores físicos e psicológicos nos
quais a mãe se submeter, podem interferir de forma agravante no desenvolvimento
do bebê. Isto é relatado por todos os médicos obstetras e especialistas no
desenvolvimento humano. Sendo que, observei que tem crescido assustadoramente o
número de mães com depressão durante a gravidez e no pós-parto. Isto quer
dizer, que se já não bastasse o fato de estarem longe dos familiares, todos os
problemas cotidianos. Também serem abandonadas ou mal compreendidas pelo pai do
bebê, ainda algumas desenvolvem depressão ou problemas psicológicos durante a
gravidez.
E, aí me diz, como é que
o feto aguentará um turbilhão de situações problemáticas, sem reagir? O bebê
que está sendo gerado não tem culpa, mas a mãe também não tem. Ela só quer
curtir a gravidez, montar o enxoval e esperar ansiosamente pela chegada de um
ser tão pequeno. Mas, que ela já ama com todas as suas forças e que deu sentido
à vida dela. Afinal de contas, os filhos são dádivas de Deus.
Calma, que já chegarei
ao ápice do assunto, portanto, continue lendo, ok?
Indo para outro ponto do
assunto, há cientistas que afirmam que a complexidade desse Transtorno e o fato
de que os sintomas e severidade (graus) podem variar (Espectro). Portanto, são
quadros resultantes da combinação de diferentes genes, herdados dos pais ou de
suas respectivas gerações anteriores.
Para continuar lendo o
artigo, clique no link abaixo:
POR QUE HÁ TANTAS CRIANÇAS AUTISTAS NO JAPÃO.artigo 2 (final)
Abraços calorosos, fiquem com Deus e até o próximo artigo!
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Giselle Aoki

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